Cinco pacientes e janela de 48 horas: como será a corrida para aplicar droga experimental em vítimas de lesão na medula


Hospitais de São Paulo já contam com cirurgiões treinados para aplicar, nos próximos dias, uma substância experimental que tenta impedir a perda definitiva de movimentos após lesões graves na medula espinhal.

A intervenção faz parte da fase 1 do estudo clínico com a polilaminina, cuja realização foi autorizada nesta segunda-feira (5) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os estudos são desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália, e já apresentaram resultados promissores na recuperação de movimentos.

Segundo o Laboratório Cristália, o objetivo é iniciar imediatamente os testes em humanos. Nesta primeira etapa, cinco pacientes com idades entre 18 e 72 anos poderão receber a substância, desde que tenham sofrido lesão completa da medula em um prazo máximo de 48 horas.

Leia mais:

Uso prolongado de remédios para dormir pode afetar bem-estar de idosos

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *