Segundo a agência, as decisões foram tomadas após a identificação de irregularidades sanitárias que vão desde publicidade considerada enganosa até falhas graves nas condições de fabricação.
Produto prometia efeitos não permitidos
No caso do Rejuvita 30 ml, fabricado pela empresa Rejuvita Ltda., a Anvisa apontou que o produto era divulgado com alegações que não são permitidas para suplementos alimentares.
Entre as promessas identificadas estavam efeitos como “anti-idade”, “renovação profunda da pele” e “dermocosmético oral”. Para a agência, esse tipo de publicidade pode induzir o consumidor a erro ao atribuir ao produto características que não podem ser comprovadas dentro da categoria de suplemento alimentar.
LEIA MAIS NO: GUIA VIVER BEM.