Com a atualização, na prática, o acesso ao medicamento fostensavir será feito mais cedo, dentro da trajetória terapêutica para pessoas com HIV multirresistente.
De acordo com o ministério, entre as mudanças no protocolo, haverá a ampliação da possibilidade de solicitação do medicamento para pacientes com histórico de uso de múltiplas classes antirretrovirais, falha virológica confirmada e evidências de resistência a diferentes medicamentos já utilizados no tratamento.
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“Ao ampliar e qualificar o acesso ao fostensavir, fortalecemos nosso compromisso com a equidade e com a oferta das melhores opções terapêuticas disponíveis. É mais um passo para garantir cuidado de qualidade e melhores perspectivas de saúde para quem mais precisa”, destaca Artur Kalichman, coordenador-geral de Vigilância de HIV e Aids do Ministério da Saúde.
O Brasil conta com um programa de tratamento, cuidado integral das pessoas vivendo com HIV e prevenção disponibilizados pelo SUS. Dentro das estratégias estão o oferecimento de antirretroviral para pessoas diagnosticadas com HIV, a disponibilização da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e da Profilaxia Pós-Exposição (PEP), além da distribuição de preservativos e autotestes em serviços de saúde de todo o país.
Fonte: Metrópoles.