Notas do episódio
Imagine um paciente em tratamento contra o câncer apresentar uma alteração nos sinais vitais em casa e essa mudança ser identificada antes mesmo de o quadro se agravar. O monitoramento remoto de pacientes pode ajudar a detectar precocemente alterações de pressão arterial, temperatura, oxigenação e frequência cardíaca, permitindo uma avaliação mais rápida e contribuindo para evitar complicações e internações.
Neste episódio do podcast Viver Bem, conversamos com o hematologista Dr. Cláudio Macedo, fundador da Vigidoc, primeira empresa potiguar voltada ao monitoramento remoto de pacientes.
Durante a entrevista, ele explica como funciona o acompanhamento: o paciente monitora sinais vitais em casa e os dados são enviados para uma central. Quando há alterações, alertas permitem que a equipe médica avalie a situação e entre em contato com o paciente.
Falamos também sobre o uso dessa tecnologia durante o tratamento do câncer e da leucemia, os riscos de complicações após a quimioterapia e a importância de identificar rapidamente sinais como febre, além do potencial do monitoramento para reduzir internações e custos com saúde.
Dr. Cláudio Macedo também explica como dispositivos vestíveis, como relógios e braceletes, podem tornar esse acompanhamento cada vez mais automático e como a inteligência artificial poderá contribuir para a análise contínua dos dados de saúde.
Será que, no futuro, todos nós teremos nossos sinais vitais acompanhados continuamente?
Assista ao episódio completo, compartilhe com quem precisa conhecer essa tecnologia e inscreva-se no canal para acompanhar os próximos episódios do podcast Viver Bem.
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