Hospitais de São Paulo já contam com cirurgiões treinados para aplicar, nos próximos dias, uma substância experimental que tenta impedir a perda definitiva de movimentos após lesões graves na medula espinhal.
A intervenção faz parte da fase 1 do estudo clínico com a polilaminina, cuja realização foi autorizada nesta segunda-feira (5) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Os estudos são desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália, e já apresentaram resultados promissores na recuperação de movimentos.
Segundo o Laboratório Cristália, o objetivo é iniciar imediatamente os testes em humanos. Nesta primeira etapa, cinco pacientes com idades entre 18 e 72 anos poderão receber a substância, desde que tenham sofrido lesão completa da medula em um prazo máximo de 48 horas.
Leia mais:
Uso prolongado de remédios para dormir pode afetar bem-estar de idosos


