Um dos levantamentos mais abrangentes já feitos sobre a composição química de extensões de cabelo identificou dezenas de substâncias perigosas nesses produtos, incluindo compostos associados a câncer, desregulação hormonal, problemas no desenvolvimento e impactos no sistema imunológico.
O estudo foi conduzido pelo Silent Spring Institute e publicado na revista científica Environment & Health, da American Chemical Society.
Os resultados reforçam preocupações crescentes sobre os riscos à saúde de uma categoria de produtos pouco regulada, mas amplamente utilizada —especialmente por mulheres negras.
Dados citados pelos pesquisadores indicam que mais de 70% das mulheres negras relataram ter usado extensões de cabelo pelo menos uma vez no último ano, proporção muito superior à observada entre mulheres de outros grupos raciais e étnicos.


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