Você tem pressão alta? Evite essas 3 bebidas


Instituições médicas internacionais recomendam a modificação da ingestão de líquidos em pacientes com diagnóstico de hipertensão. A medida visa estabilizar os valores da pressão arterial por meio da exclusão de substâncias que alteram o sistema circulatório. Os especialistas divulgam essas orientações alimentares para prevenir complicações cardíacas graves na população adulta durante tratamentos crônicos.

Quais bebidas prejudicam o controle da hipertensão?

Estas são as bebidas que você deve evitar se tiver pressão alta:

1. Álcool

A precaução com os líquidos que entram no organismo preserva o bem-estar integral. O portal “Notícias Médicas de Hoje” explica que “o álcool lidera a lista de bebidas que devem ser evitadas em caso de hipertensão arterial”. Seu consumo excessivo está relacionado ao desenvolvimento de doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais. Essa substância fornece calorias vazias ao corpo humano e favorece o aumento de peso involuntário.

Este produto também provoca desidratação no organismo. O Conselho Nacional sobre o Envelhecimento alerta que este problema é comum em idosos, uma vez que este grupo de pessoas tende a perder a sensação de sede até que a desidratação já esteja presente. Esta condição aumenta a tensão no sistema circulatório. O álcool tem um efeito direto nos vasos sanguíneos, pois a substância relaxa os vasos e diminui a pressão temporariamente. A pressão volta a subir após períodos prolongados ou ingestão de grandes quantidades. Os níveis finais ultrapassam os valores iniciais. Os médicos sugerem evitar cerveja, coquetéis e licores.

2. Cafeína

A cafeína eleva os valores da pressão arterial de forma imediata. A Fundação Britânica do Coração esclarece que se trata de um efeito de curta duração e que esse aumento diminui quando o paciente reduz o consumo do estimulante. Não é uma substância estritamente proibida como o álcool, mas requer uma ingestão moderada. O site especializado Notícias Médicas de Hoje recomenda a consulta com um especialista para determinar a dose segura em cada caso.

A presença desse componente não se limita ao café ou ao chá. Bebidas energéticas, chocolate e refrigerantes do tipo cola contêm níveis significativos dessa substância. A vigilância sobre esses produtos previne picos de pressão desnecessários. O controle dessas infusões faz parte da estratégia eficaz para o manejo da patologia crônica.

LEIA MAIS:

‘Achei que ia morrer’: britânica adverte sobre canetas emagrecedoras vendidas pela internet

3. Bebidas com açúcar

Alimentos e líquidos com alto teor de açúcar e gorduras saturadas afetam a saúde cardiovascular. O site de saúde Vimec destaca que o açúcar desempenha um papel importante no aumento do risco de hipertensão. O consumo excessivo e habitual desse ingrediente prejudica as artérias. Uma ingestão elevada aumenta a pressão arterial sistólica. O açúcar favorece a inflamação interna e a resistência à insulina.

Os refrigerantes, os sucos industrializados e os chás engarrafados são ricos em calorias vazias e contribuem para o aumento de peso. O portal Vimec menciona que pessoas com um consumo superior a 25% de suas calorias diárias provenientes do açúcar têm até três vezes mais chances de desenvolver doenças cardíacas.

Substituir esses produtos por água natural ou mineral sem açúcar é uma estratégia saudável. Infusões sem adoçantes e sucos naturais em pequenas quantidades são opções válidas para a hidratação. A escolha de bebidas naturais evita que os sintomas da doença se agravem com o tempo.

Estratégias alimentares e hábitos para estabilizar a pressão alta

A melhor maneira de contribuir para o tratamento dessa patologia é a adoção de hábitos saudáveis. A prática regular de atividade física, a manutenção de um peso adequado e o cuidado rigoroso com a alimentação são fundamentais. Um artigo da Fundação Britânica do Coração destaca a existência de planos alimentares especializados para esses casos.

A dieta DASH, cuja sigla em inglês significa “Abordagens Dietéticas para Deter a Hipertensão”, estabelece diretrizes precisas para os pacientes. Esse regime alimentar propõe a limitação da ingestão de sódio a não mais de 2300 mg por dia e promove o consumo de alimentos naturalmente pobres em sal. Laticínios com baixo teor de gordura, grãos integrais, frutas e vegetais compõem a base desse plano nutricional, juntamente com carnes magras e outras fontes de proteína, como lentilhas, nozes, quinoa e tofu. Esses alimentos ricos em nutrientes saudáveis para o coração, fibras, antioxidantes e gorduras saudáveis ajudam a reduzir a retenção de líquidos.

Este conteúdo foi produzido por uma equipe do LA NACION com a assistência da IA. Por: Jornal O Globo. 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *