Publicados nessa segunda-feira (13/4) na revista científica JAMA Pediatrics, os resultados ajudam a esclarecer um debate que ganhou força após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em setembro do ano passado, sobre uma possível ligação entre o medicamento e o autismo.
O paracetamol, conhecido comercialmente por marcas como Tylenol, é um dos analgésicos mais utilizados durante a gestação para aliviar dor e febre.
No estudo, os pesquisadores acompanharam crianças nascidas entre 1997 e 2022. Entre elas, mais de 31 mil foram expostas ao medicamento ainda no útero. O diagnóstico de autismo ocorreu em 1,8% dessas crianças, enquanto no grupo que não teve exposição ao paracetamol a taxa foi de cerca de 3%.
