Usando uma pesquisa tradicional para entender níveis de depressão, os pesquisadores observaram que os pacientes que fizeram a atividade tiveram melhora dos sintomas. Entre 35% e 53% dos “caminhantes” atingiram a remissão, ou seja, os sinais da doença diminuiram o suficiente para não serem considerados depressão clínica.
Os maiores resultados foram atingidos nas primeiras cinco semanas, principalmente pelos participantes com sintomas depressivos mais graves.
“O fato de as melhorias adicionais terem sido menores e menos consistentes durante a segunda metade do programa sugere um efeito platô. Esse padrão temporal tem implicações considerando o desafio de manter o engajamento em intervenções prolongadas em pessoas com depressão”, escrevem os cientistas.
Eles apontam que estudos futuros podem documentar melhor os níveis de medicação, estabilidade no tratamento e o compromisso com a terapia para entender exatamente quais são as contribuições do exercício.
Fonte Metrópoles.